Retirado do jornal “ A Página da Educação”
http://www.apagina.pt/
SENHORA MINISTRA DA EDUCAÇÃO COM RESPEITO, MAS COM FIRMEZA
--- “ Minha querida Maria de Lurdes Rodrigues:
Ainda lembro esses dias em que foi minha discente em Antropologia. Bem sei que é socióloga e que entende da interacção entre os membros de uma mesma cultura, ou, pelo menos, isso foi o que eu ensinei a si e aos seus colegas nos anos 90 do Século passado, nesses dias em que o meu português tinha esse sotaque que aparece nas cinco línguas que estou obrigado a falar e que a Maria de Lurdes muito bem entendia e ajudava a corrigir para eu aprender mais. Ainda lembro a alegria das nossas conversas extracurriculares, no corredor do ISCTE ou no meu gabinete, ao me referir à sua dedicação adequada e conveniente, para o estudo das suas outras matérias. Mais ainda, os comentários, do meu grupo de colaboradores de cátedra que comigo ensinavam, hoje todos doutores como a Maria de Lurdes e os comentários dos meus colegas sociólogos em outras matérias.
Especialmente, os do meu grande amigo João Freire, que orientou a sua tese. Se bem me recordo, connosco teve um alto valor como resultado dos seus estudos. Se bem me recordo, era do curso da noite no meu departamento e na nossa licenciatura. Por outras palavras, estudava, trabalhava para ganhar a vida e tomar conta da sua família. Por outras palavras também, era uma estudante trabalhadora e uma senhora devota e dedicada ao lar, como muitos dos eus colegas masculinos e femininos. A minha querida Maria de Lurdes aprendeu comigo e outros da minha cátedra, de que o tempo era curto, temido e não dava para tudo. Reuniões, falta de livros na biblioteca para estudar e investigar, o difícil que era entender a, por mim denominada, mente cultural dos estudantes e a dos seus pais, o inenarrável suplício de saber o que pensavam e os parâmetros que orientavam essas mentes. Não esqueço as suas queixas sobre os pedidos do Ministério da Educação que pesavam uma tonelada ideológica e estrutural, na organização dos trabalhos dos docentes primários e secundários, que nem tempo tinham para entender a mente cultural dos seus discípulos ao serem mudados todos os anos para outras escolas. O nosso convívio era aberto e directo. Estou feliz por isso. Aliás, feliz, porque pensava em silêncio: “cá temos uma futura grande educadora”. Apenas que, enveredou para a engenharia da interação social, ao estudar com o meu querido amigo João Freire.
E o problema nasceu. Os professores primários e secundários devem preparar as suas lições, como Maria de Lurdes sabe, especialmente os do ensino especial ou inclusivo, que trata de estudantes com problemas de aprendizagem e precisam trabalhar desde as 8 da manhã até por vezes às 9 da noite. Esse ensino inclusivo de João de Deus, da Subsecretária de Estado, Ana Maria Toscano de Bérnard da Costa, da sua colega no saber e no posicionamento partidário do Ministério da Educação, a minha grande amiga Ana Benavente, ou do meu outro grande amigo, o seu colega ideológico e no cargo de Ministro da Educação em 2000, Augusto Santos Silva, que nos foi “roubado” ao passar para a vida política.
Lembro-me, ainda, como simpatizava com a minha luta de socialista de Allende, por outras palavras, solicialista orientado pela ideias históricas de Marx, tal e qual Durkheim e Mauss, mencheviques, colaboradores de Lenin para derrubar o regime injusto e arbitrário dos Ramanoff, como demonstro no meu livro de 2007, da Afrontamento: “A Dádiva, essa grande mentira social”, do qual lhe enviarei uma cópia, escrito calmamente, para comentar o que comentava consigo como minha discente, os atropelos dos czars serem semelhantes aos do ditador do Chile, quem entregara as escolas às juntas de freguesia, denominadas município, e obrigava a relatórios semanais para controlar a docência do Chile e assim obter o prometido: “nem uma fiolha mexe no Chile sem o meu consentimento”.
Ainda lembro os seus comentários horrorizados: “Senhor professor, é mesmo assim? Que horror. Os professores já sabem, para quê avaliá-los mais, e obrigar a reestruturar o que já é sabido nos seus tempos para a família, preparação de aulas e merecido descanso”.
A Maria de Lurdes esqueceu-se de acrescentar, nessas nossas conversas, que os docentes eram avaliados pela educação que recebiam dos seus filhos. Mas, como boa engenheira da sociedade, entendia que os sindicatos deviam protestar quando o poder ultrapassa o afazer, já imenso e pesados, dos docentes, especialmente, do ensino especial e inclusivo, e os de classe social.
Maria de Lurdes, tenho estado interessado, como etnopsicólogo, nas recentes notícias sobre Educação em Portugal. Foi preciso adiar a entrega de teses dos meus mestrantes, para não cair na armadilha de uma especial ditadura, pura e dura, como no Chile de Pinochet.
De certeza, deve haver um engano em certos sítios, Maria de Lurdes, se a pessoa Ministro da Educação sabe que é preciso entender essa mente cultural de estudantes e os seus pais, sabe também como um dado adquirido, que esse facto acontece apenas pela necessidade de se prepararem os docentes para ensinar.
Como educador, com heço bem essa preparação, tal e qual a Engenharia Social, especialidade que a louva, sabe eu já está tudo preparado faz tempo, para a divisão do trabalho, sem acrescentar mais deveres aos docentes primários e secundários, que vivem em sessões eu atrasam e arrasam a sua preparação de lições, hostiliza aos sindicatos e, além do mais, importamos desde o Chile esse modelo puro e duro já referido, da morta ditadura. Ou, reabilitamos a nossa em Portugal e tiramos os cravos das espingardas do 25 de Abril.
Com carinho, com respeito, mas com firme persistência, do seu velho Professor, a se restabelecer de uma doença que mata rapidamente, especialmente se não falamos pelos nossos.
Os meus parabéns. Foi-nos roubada, como presidente do nosso ictesiano Conselho Científico, para entrarmos todos em sarilhos muito disputados, que causam esta nossa conversa de corredor , desta vez, em formato de papel, uma carta para si, escrita com carinho, mas com firmeza em prol dos professores portugueses.
Abraço querido e, como era habitual, um beijinho para si, do seu recuperado velho professor.”---“
Professor Doutor Raul Iturra
sexta-feira, abril 18, 2008
domingo, abril 13, 2008
CADA CABEÇA CADA SENTENÇA. Viva a liberdade!
LEIA COM MUITA ATENÇÃO! A TODOS O SEU DIREITO DE DISCORDAR. PORÉM A CADA UM A SUA VERDADE! ASSIM SENDO, CADA UM DE NÓS DEVERÁ LIVREMENTE AJUIZAR DAS RAZÕES AQUÍ EXPOSTAS.
http://educar.wordpress.com/
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Sobre os Professores - a Miguel de Sousa Tavares:
É do conhecimento público que o senhor Miguel de Sousa Tavares considerou “os professores os inúteis mais bem pagos deste país”.
Espantar-me-ia uma afirmação tão generalista e imoral, não conhecesse já outras afirmações que não diferem muito desta, quer na forma, querna índole. Não lhe parece que há inúteis, que fazem coisas inúteis e escrevem coisas inúteis, que são pagos a peso de ouro? Não lhe parece que deveria ter dirigido as suas aberrações a gente que, neste deprimente país, tem mais do que uma sinecura e assim enche os bolsos?Não será esse o seu caso? O que escreveu é um atentado à cultura portuguesa, à educação e aos seus intervenientes, alunos e professores. Alunos e professores de ontem e de hoje, porque eu já fui aluna, logo de "inúteis", como o senhor também terá sido. Ou pensa hoje de forma diferente para estar de acordo com o sistema? O senhor tem filhos? – a minha ignorância a este respeito deve-se ao facto de não ser muito dada a ler revistas cor-de-rosa. Se os tem, e se estudam, teve, por acaso, a frontalidade de encarar os seus professores e dizer-lhes que "são os inúteis mais bem pagos do país."?Não me parece… Estudam os seus filhos em escolas públicas ou privadas?É que a coisa muda de figura! Há escolas privadas onde se pagam substancialmente as notas dos alunos, que os professores "inúteis" são obrigados a atribuir. A alarvidade que escreveu, além de ser insultuosa, revela muita ignorância em relação à educação e ao ensino.E, quem é ignorante, não deve julgar sem conhecimento de causa. Sei que é escritor, porém nunca li qualquer livro seu, por isso não emito julgamentos sobre aquilo que desconheço. Entende ou quer que a professora explique de novo?
Sou professora de Português com imenso prazer. Oxalá nunca nenhuma das suas obras venha a integrar os programas da disciplina, pois acredito que nenhum dos “inúteis” a que se referiu a leccionasse com prazer.Com prazer e paixão tenho leccionado, ao longo dos meus vinte e sete anos de serviço, a obra de sua mãe, Sophia de Mello Breyner Andersen,que reverencio. O senhor é a prova inequívoca que nem sempre uma sã ebela árvore dá são e belo fruto. Tenho dificuldade em interiorizar que tenha sido ela quem o ensinou a escrever. A sua ilustre mãe era uma humanista convicta. Que pena não ter interiorizado essa lição! A lição do humanismo que não julga sem provas! Já visitou, por acaso, alguma escola pública? Já se deu ao trabalho de ler, com atenção, o documento sobre a avaliação dos professores? Não, claro que não. É mais cómodo fazer afirmações bombásticas, que agitem, no mau sentido, a opinião pública, para assim se auto-publicitar.
Sei que, num jornal desportivo, escreve, de vez em quando, umas crónicas e que defende muito bem o seu clube. Alguma vez lhe ocorreu,quando o seu clube perde, com clubes da terceira divisão, escrever que”os jogadores de futebol são os inúteis mais bem pagos do país.”?Alguma vez lhe ocorreu escrever que há dirigentes desportivos que "são os inúteis" mais protegidos do país? Presumo que não, e não tenho qualquer dúvida de que deve entender mais de futebol do que de Educação. Alguma vez lhe ocorreu escrever que os advogados "são os inúteis mais bem pagos do país"? Ou os políticos? Não, acredito quenão, embora também não tenha dúvidas de que deve estar maisfamiliarizado com essas áreas. Não tenho nada contra os jogadores de futebol, nada contra os dirigentes desportivos, nada contra os advogados. Porque não são eles que me impedem de exercer, com dignidade, a minha profissão. Tenho sim contra os políticos arrogantes, prepotentes, desumanos e inúteis, que querem fazer da educação o caixote do( falso) sucesso para posterior envio para a Europa e para o mundo. Tenho contra pseudo-jornalistas, como o senhor,que são, juntamente com os políticos, "os inúteis mais bem pagos do país", que se arvoram em salvadores da pátria, quando o que lhes interessa é o seu próprio umbigo.
Assim sendo, sr. Miguel de Sousa Tavares, informe-se, que ainformaçãozinha é bem necessária antes de “escrevinhar” alarvices sobre quem dá a este país, além de grandes lições nas aulas, a alunosque são a razão de ser do professor, lições de democracia ao país. Mas o senhor não entende! Para si, democracia deve ser estar do lado de quem convém.
Por isso, não posso deixar de lhe transmitir uma mensagem com que termina um texto da sua sábia mãe:- “Perdoai-lhes, Senhor. Porque eles sabem o que fazem”.
Ana Maria Gomes
Escola Secundária de Barcelos
Espantar-me-ia uma afirmação tão generalista e imoral, não conhecesse já outras afirmações que não diferem muito desta, quer na forma, querna índole. Não lhe parece que há inúteis, que fazem coisas inúteis e escrevem coisas inúteis, que são pagos a peso de ouro? Não lhe parece que deveria ter dirigido as suas aberrações a gente que, neste deprimente país, tem mais do que uma sinecura e assim enche os bolsos?Não será esse o seu caso? O que escreveu é um atentado à cultura portuguesa, à educação e aos seus intervenientes, alunos e professores. Alunos e professores de ontem e de hoje, porque eu já fui aluna, logo de "inúteis", como o senhor também terá sido. Ou pensa hoje de forma diferente para estar de acordo com o sistema? O senhor tem filhos? – a minha ignorância a este respeito deve-se ao facto de não ser muito dada a ler revistas cor-de-rosa. Se os tem, e se estudam, teve, por acaso, a frontalidade de encarar os seus professores e dizer-lhes que "são os inúteis mais bem pagos do país."?Não me parece… Estudam os seus filhos em escolas públicas ou privadas?É que a coisa muda de figura! Há escolas privadas onde se pagam substancialmente as notas dos alunos, que os professores "inúteis" são obrigados a atribuir. A alarvidade que escreveu, além de ser insultuosa, revela muita ignorância em relação à educação e ao ensino.E, quem é ignorante, não deve julgar sem conhecimento de causa. Sei que é escritor, porém nunca li qualquer livro seu, por isso não emito julgamentos sobre aquilo que desconheço. Entende ou quer que a professora explique de novo?
Sou professora de Português com imenso prazer. Oxalá nunca nenhuma das suas obras venha a integrar os programas da disciplina, pois acredito que nenhum dos “inúteis” a que se referiu a leccionasse com prazer.Com prazer e paixão tenho leccionado, ao longo dos meus vinte e sete anos de serviço, a obra de sua mãe, Sophia de Mello Breyner Andersen,que reverencio. O senhor é a prova inequívoca que nem sempre uma sã ebela árvore dá são e belo fruto. Tenho dificuldade em interiorizar que tenha sido ela quem o ensinou a escrever. A sua ilustre mãe era uma humanista convicta. Que pena não ter interiorizado essa lição! A lição do humanismo que não julga sem provas! Já visitou, por acaso, alguma escola pública? Já se deu ao trabalho de ler, com atenção, o documento sobre a avaliação dos professores? Não, claro que não. É mais cómodo fazer afirmações bombásticas, que agitem, no mau sentido, a opinião pública, para assim se auto-publicitar.
Sei que, num jornal desportivo, escreve, de vez em quando, umas crónicas e que defende muito bem o seu clube. Alguma vez lhe ocorreu,quando o seu clube perde, com clubes da terceira divisão, escrever que”os jogadores de futebol são os inúteis mais bem pagos do país.”?Alguma vez lhe ocorreu escrever que há dirigentes desportivos que "são os inúteis" mais protegidos do país? Presumo que não, e não tenho qualquer dúvida de que deve entender mais de futebol do que de Educação. Alguma vez lhe ocorreu escrever que os advogados "são os inúteis mais bem pagos do país"? Ou os políticos? Não, acredito quenão, embora também não tenha dúvidas de que deve estar maisfamiliarizado com essas áreas. Não tenho nada contra os jogadores de futebol, nada contra os dirigentes desportivos, nada contra os advogados. Porque não são eles que me impedem de exercer, com dignidade, a minha profissão. Tenho sim contra os políticos arrogantes, prepotentes, desumanos e inúteis, que querem fazer da educação o caixote do( falso) sucesso para posterior envio para a Europa e para o mundo. Tenho contra pseudo-jornalistas, como o senhor,que são, juntamente com os políticos, "os inúteis mais bem pagos do país", que se arvoram em salvadores da pátria, quando o que lhes interessa é o seu próprio umbigo.
Assim sendo, sr. Miguel de Sousa Tavares, informe-se, que ainformaçãozinha é bem necessária antes de “escrevinhar” alarvices sobre quem dá a este país, além de grandes lições nas aulas, a alunosque são a razão de ser do professor, lições de democracia ao país. Mas o senhor não entende! Para si, democracia deve ser estar do lado de quem convém.
Por isso, não posso deixar de lhe transmitir uma mensagem com que termina um texto da sua sábia mãe:- “Perdoai-lhes, Senhor. Porque eles sabem o que fazem”.
Ana Maria Gomes
Escola Secundária de Barcelos
sexta-feira, março 21, 2008
Cidadão contra-ataca!
EXPERIMENTEM... DÁ ALGUM GOZO!...
É bom começarmos mesmo a atacar.
Leiam estas estas três preciosas dicas sobre como lidar com as agressões de Telemarketing, que constituem para todos nós uma praga quase diária. - Um método que realmente funciona:
Ao receber uma chamada de Telemarketing a oferecer um produto ou um Serviço, diga apenas, com toda a cortesia: "Por favor, aguarde um momento...".
Dito isto, deixe o telefone sobre a mesa e vá fazer outras tarefas (em vez de simplesmente desligar o telefone de imediato).
Isso vai fazer com que cada chamada de Telemarketing para o seu Telefone tenha uma duração longuíssima, ultrapassando em muito os limites impostos ao indivíduo que lhe ligou.
Reponha o telefone na posição de repouso apenas quando tiver a Certeza de que desligaram.
Não tenha dúvida de que esta é uma lição de custo elevado para os intrusos.
- Já alguma vez lhe sucedeu atender o telefone e parecer que não há ninguém do outro lado?
Fique a saber que esta é uma técnica de Telemarketing.
Executada por um sistema computorizado, o qual estabelece a ligação e regista a hora em que a pessoa atendeu o telefone. Esta técnica é utilizada por alguns serviços de marketing para determinar a melhor hora do dia em que uma pessoa dos serviços poderá ligar-lhe.
Neste caso, ao receber este tipo de ligação, não desligue.
Pressione imediatamente a tecla "#" do aparelho, seis ou sete vezes seguidas e em sequência rápida.
Normalmente, este procedimento confunde o computador que marcou o seu número, obrigando-o registar o seu número como inválido, eliminando-o assim da base de dados.
- Publicidade inserida nas contas recebidas pelo correio.
Todos os meses recebemos publicidade indesejada inserida nas contas. De telefone, luz, água, cartões de crédito,etc…
Muitas vezes essa propaganda em acompanhada de um envelope-resposta, que "não precisa selar; o selo RSF(resposta sem franquia).
Insira nesses envelopes pré-pagos a publicidade recebida e coloque-a no Correio, endereçada de volta a essas Companhias.
Caso queira preservar a sua privacidade, antes de inserir a publicidade no envelope remova todo e qualquer item que possa identificá-lo.
Este é um método que funciona excelentemente para ofertas de cartões, empréstimos, e outro material não solicitado. Portanto, não atire fora esses envelopes pré-pagos!
Ao devolvê-los com a propaganda recebida, está a fazer com que as referidas empresas paguem duas vezes pela publicidade enviada.
Se quiser acrescentar um requinte de malvadez, aproveite para inserir anúncios da pizzaria do seu bairro, da lavandaria, da florista, do canalizador, do oculista, da costureira, do talho, do dentista, do instalador de marquises de alumínio, da ou de qualquer outra actividade comercial local do mesmo género, que esteja mais à mão.Há já várias pessoas a usar estes métodos de devolver o lixo publicitário.
Está na altura de mandarmos o nosso recado às Empresas.
É preciso, no entanto, que se atinja um número expressivo de pessoas a aplicar estas técnicas eficazes de protesto.Talvez não seja má ideia reenviarem este e- mail aos vossos amigos.
VÁ... SEJAM MAUZINHOS
É bom começarmos mesmo a atacar.
Leiam estas estas três preciosas dicas sobre como lidar com as agressões de Telemarketing, que constituem para todos nós uma praga quase diária. - Um método que realmente funciona:
Ao receber uma chamada de Telemarketing a oferecer um produto ou um Serviço, diga apenas, com toda a cortesia: "Por favor, aguarde um momento...".
Dito isto, deixe o telefone sobre a mesa e vá fazer outras tarefas (em vez de simplesmente desligar o telefone de imediato).
Isso vai fazer com que cada chamada de Telemarketing para o seu Telefone tenha uma duração longuíssima, ultrapassando em muito os limites impostos ao indivíduo que lhe ligou.
Reponha o telefone na posição de repouso apenas quando tiver a Certeza de que desligaram.
Não tenha dúvida de que esta é uma lição de custo elevado para os intrusos.
- Já alguma vez lhe sucedeu atender o telefone e parecer que não há ninguém do outro lado?
Fique a saber que esta é uma técnica de Telemarketing.
Executada por um sistema computorizado, o qual estabelece a ligação e regista a hora em que a pessoa atendeu o telefone. Esta técnica é utilizada por alguns serviços de marketing para determinar a melhor hora do dia em que uma pessoa dos serviços poderá ligar-lhe.
Neste caso, ao receber este tipo de ligação, não desligue.
Pressione imediatamente a tecla "#" do aparelho, seis ou sete vezes seguidas e em sequência rápida.
Normalmente, este procedimento confunde o computador que marcou o seu número, obrigando-o registar o seu número como inválido, eliminando-o assim da base de dados.
- Publicidade inserida nas contas recebidas pelo correio.
Todos os meses recebemos publicidade indesejada inserida nas contas. De telefone, luz, água, cartões de crédito,etc…
Muitas vezes essa propaganda em acompanhada de um envelope-resposta, que "não precisa selar; o selo RSF(resposta sem franquia).
Insira nesses envelopes pré-pagos a publicidade recebida e coloque-a no Correio, endereçada de volta a essas Companhias.
Caso queira preservar a sua privacidade, antes de inserir a publicidade no envelope remova todo e qualquer item que possa identificá-lo.
Este é um método que funciona excelentemente para ofertas de cartões, empréstimos, e outro material não solicitado. Portanto, não atire fora esses envelopes pré-pagos!
Ao devolvê-los com a propaganda recebida, está a fazer com que as referidas empresas paguem duas vezes pela publicidade enviada.
Se quiser acrescentar um requinte de malvadez, aproveite para inserir anúncios da pizzaria do seu bairro, da lavandaria, da florista, do canalizador, do oculista, da costureira, do talho, do dentista, do instalador de marquises de alumínio, da ou de qualquer outra actividade comercial local do mesmo género, que esteja mais à mão.Há já várias pessoas a usar estes métodos de devolver o lixo publicitário.
Está na altura de mandarmos o nosso recado às Empresas.
É preciso, no entanto, que se atinja um número expressivo de pessoas a aplicar estas técnicas eficazes de protesto.Talvez não seja má ideia reenviarem este e- mail aos vossos amigos.
VÁ... SEJAM MAUZINHOS
quinta-feira, março 13, 2008
Nunca esqueceremos!!!!
É uma questão de história que, quando o comandante superior das forças aliadas, general Dwight Eisenhower, encontrou as vitimas dos campos da morte, ordenou que tirassem todas as fotografias possíveis, e que os Alemães das vilas em redor fossem para dentro dos campos e enterrassem os mortos.
Ele disse-me: “Filma isto agora – tragam os filmes – tragam as testemunhas – porque algures na história um inconsciente se vai levantar e dizer que isto nunca aconteceu”.
“Tudo o que é necessário para o triunfo do mal é os Homens bons não fazerem nada.”
Edmund Burke
Em memória:
Esta semana, o Reino Unido retirou o Holocausto do currículo escolar porque ofendia a população muçulmana, que afirma que nunca aconteceu. Isto é um assustador significado do medo que está a manter a atenção do mundo e do quão facilmente cada país está a ceder a este medo.
Passaram agora mais de 60 anos desde que a Segunda Guerra Mundial na Europa acabou. Este email tem sido enviado como uma cadeia, em memória dos 6 milhões de Judeus, 20 milhões de Russos, 10 milhões de Cristãos e 1.900 padres Católicos que foram mortos, massacrados, violados, queimados e humilhados, com os alemães e os russos a olharem para outro lado!
Agora, mais do que nunca, com o Irão, entre outros, a afirmar que o Holocausto é um mito, é imperativo fazer com que o mundo nunca esqueça.
Este email tem o objectivo de atingir 40 milhões de pessoas no mundo.
Sê uma ligação na cadeia de memória e ajuda a distribuir isto pelo mundo.
Não apagues isto! Apenas demorará um minuto para passar isto a outros!
Ele disse-me: “Filma isto agora – tragam os filmes – tragam as testemunhas – porque algures na história um inconsciente se vai levantar e dizer que isto nunca aconteceu”.
“Tudo o que é necessário para o triunfo do mal é os Homens bons não fazerem nada.”
Edmund Burke
Em memória:
Esta semana, o Reino Unido retirou o Holocausto do currículo escolar porque ofendia a população muçulmana, que afirma que nunca aconteceu. Isto é um assustador significado do medo que está a manter a atenção do mundo e do quão facilmente cada país está a ceder a este medo.
Passaram agora mais de 60 anos desde que a Segunda Guerra Mundial na Europa acabou. Este email tem sido enviado como uma cadeia, em memória dos 6 milhões de Judeus, 20 milhões de Russos, 10 milhões de Cristãos e 1.900 padres Católicos que foram mortos, massacrados, violados, queimados e humilhados, com os alemães e os russos a olharem para outro lado!
Agora, mais do que nunca, com o Irão, entre outros, a afirmar que o Holocausto é um mito, é imperativo fazer com que o mundo nunca esqueça.
Este email tem o objectivo de atingir 40 milhões de pessoas no mundo.
Sê uma ligação na cadeia de memória e ajuda a distribuir isto pelo mundo.
Não apagues isto! Apenas demorará um minuto para passar isto a outros!
quarta-feira, março 05, 2008
De quem é a escola pública?
Qualidade e equidade são duas faces da mesma moeda. Nem uma nem outra são contempladas na actual política educativa
As escolas públicas portuguesas estão a viver difíceis e (quanto a mim) perigosos momentos. Peça a peça, uma legislação fragmentada e sob forma de decretos-leis (e, portanto, sem debate nem sequer na Assembleia da República) está a criar um puzzle de que já se adivinha o resultado final: uma escola centralizada e burocrática, sem autonomia e cega à diversidade social, centrada nas percentagens estatísticas, destruidora da profissão docente. Os professores têm medo, os sindicatos encurralaram-se nas suas impotências, o Governo acha que é dono das escolas e capataz dos professores.
Como instituição social, a escola não pertence a nenhum governo mas sim ao país, a todos os parceiros, a todos os que nela vivem e a todos os que dela esperam, legitimamente, um importante contributo positivo para a educação e formação das gerações mais novas.
Sei que é difícil qualquer debate de fundo sobre a escola, o seu presente e o seu futuro; é uma das questões mais fortemente enviezadas por quase todos aqueles que, tendo no passado sido os seus "eleitos" (a minoria de alunos que aprenderam e se "formaram"), são os que hoje escrevem e falam sobre a escola, sempre virados para uma fictícia "idade de ouro", algures num passado perdido que gostariam de ver reaparecer. Em geral, os que mais escrevem e falam não têm qualquer ideia sobre o que é hoje uma escola pública, com uma escolaridade obrigatória alargada, num tempo de tecnologias e num mundo multicultural. O tempo não volta para trás.
A OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico) tem desenvolvido, há mais de dez anos, uma série de trabalhos sobre "A Escola de amanhã"; pretende a OCDE traçar cenários, a partir das tendências actuais assim como do que é "desejável" e "provável", de modo a que saibamos que caminho queremos percorrer e possamos, então decidir os passos a dar.
Que queremos? "Recriar" a escola do passado correndo o risco de as escolas se tornarem ingovernáveis? Manter o que herdámos com alguns acrescentos e remendos? Abandonar a escola (cara e pouco rentável) e promover o "cheque-educação" e outras medidas num mercado livre em que o saber se vende e se compra e o Estado deixa de assumir a responsabilidade da educação para todos como bem pessoal e social? Ou queremos re-fundar a escola que herdámos, melhorá-la e adequá-la a novas exigências, libertando-a dos jugos centralistas, percebendo que "igual para todos, da mesma maneira e ao mesmo tempo" gera mais desigualdade e que a equidade e a exigência não se constroem com mais repetências, expulsões e controlos burocráticos?
Os últimos dois diplomas governamentais, um dos quais já em vigor, são peças decisivas deste puzzle perverso. O diploma relativo à avaliação dos professores quer avaliá-los um a um observando as suas aulas. Com "quotas" para excelente, bom e por aí fora. E quem avalia? Colegas (os ditos "titulares") muitas vezes com menos saberes e experiência que os avaliados. Esses "avaliadores" reportam à inspecção (ou deveriam reportar, dado que a inspecção desapareceu misteriosamente no último documento que chegou às escolas). Embora sem regulamentação conhecida, o diploma "é para já". E já quer dizer a meio do ano, sem se terem previamente estabelecido objectivos, metas ou critérios.
Está criado o caldo da desconfiança, da competição e das invejas. A escola, centro da vida educativa, lugar de equipas docentes que asseguram aprendizagens, torna-se numa repartição da 5 de Outubro. Sabiam, por exemplo, que na avaliação de quem passou ou não a professor titular (casta de que se desconhece a origem e o destino) foram penalizados todos aqueles que deram faltas por doenças devidamente comprovadas? E por isso as escolas estão â beira de um ataque de nervos; os professores mais velhos querem reformar-se, os mais novos angustiam-se com os “maremotos” legislativos.
Quanto ao diploma relativo à organização e gestão das escolas, cujo período de debate "público" termina a 8/2/08, a situação é porventura ainda pior. Escolhe-se um director, que, por sua vez, escolhe todos os responsáveis de todos os cargos das escolas. Organizar as escolas assim para quê? Com que objectivos? Qualquer um de nós sabe que, tanto individualmente como em grupo, primeiro decidimos o que queremos fazer e só depois nos organizamos para o fazer. Ou não será assim?
A questão é séria: queremos uma escola pública com qualidade e equidade? Queremos que esse serviço seja assumido pelo Estado democrático? Ou queremos que o saber se venda e se compre como outro bem qualquer?
Eu quero uma escola pública forte, pois só assim ela pode contribuir para atenuar as desigualdades sociais e assegurar a todos, qualquer que seja o seu lugar de nascimento e o seu meio social, a apropriação do saber e do conhecimento que são património de todos nós e não apenas de alguns. As tentativas de retorno ao passado estão condenadas (OCDE dixit) e a mercantilização reforçará fortemente as desigualdades sociais.
Qualidade e equidade são duas faces da mesma moeda. Nem uma nem outra são contempladas na actual política educativa. Voltando aos cenários da OCDE, vejo, no fim deste puzzle, uma mistura de tentativa de retorno ao passado e de mercantilização de actividades educativas (que já começou, dos tempos livres ao inglês, por exemplo). É isso que realmente queremos?
Texto da autoria de: - Ana Benavente - Professora universitária
As escolas públicas portuguesas estão a viver difíceis e (quanto a mim) perigosos momentos. Peça a peça, uma legislação fragmentada e sob forma de decretos-leis (e, portanto, sem debate nem sequer na Assembleia da República) está a criar um puzzle de que já se adivinha o resultado final: uma escola centralizada e burocrática, sem autonomia e cega à diversidade social, centrada nas percentagens estatísticas, destruidora da profissão docente. Os professores têm medo, os sindicatos encurralaram-se nas suas impotências, o Governo acha que é dono das escolas e capataz dos professores.
Como instituição social, a escola não pertence a nenhum governo mas sim ao país, a todos os parceiros, a todos os que nela vivem e a todos os que dela esperam, legitimamente, um importante contributo positivo para a educação e formação das gerações mais novas.
Sei que é difícil qualquer debate de fundo sobre a escola, o seu presente e o seu futuro; é uma das questões mais fortemente enviezadas por quase todos aqueles que, tendo no passado sido os seus "eleitos" (a minoria de alunos que aprenderam e se "formaram"), são os que hoje escrevem e falam sobre a escola, sempre virados para uma fictícia "idade de ouro", algures num passado perdido que gostariam de ver reaparecer. Em geral, os que mais escrevem e falam não têm qualquer ideia sobre o que é hoje uma escola pública, com uma escolaridade obrigatória alargada, num tempo de tecnologias e num mundo multicultural. O tempo não volta para trás.
A OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico) tem desenvolvido, há mais de dez anos, uma série de trabalhos sobre "A Escola de amanhã"; pretende a OCDE traçar cenários, a partir das tendências actuais assim como do que é "desejável" e "provável", de modo a que saibamos que caminho queremos percorrer e possamos, então decidir os passos a dar.
Que queremos? "Recriar" a escola do passado correndo o risco de as escolas se tornarem ingovernáveis? Manter o que herdámos com alguns acrescentos e remendos? Abandonar a escola (cara e pouco rentável) e promover o "cheque-educação" e outras medidas num mercado livre em que o saber se vende e se compra e o Estado deixa de assumir a responsabilidade da educação para todos como bem pessoal e social? Ou queremos re-fundar a escola que herdámos, melhorá-la e adequá-la a novas exigências, libertando-a dos jugos centralistas, percebendo que "igual para todos, da mesma maneira e ao mesmo tempo" gera mais desigualdade e que a equidade e a exigência não se constroem com mais repetências, expulsões e controlos burocráticos?
Os últimos dois diplomas governamentais, um dos quais já em vigor, são peças decisivas deste puzzle perverso. O diploma relativo à avaliação dos professores quer avaliá-los um a um observando as suas aulas. Com "quotas" para excelente, bom e por aí fora. E quem avalia? Colegas (os ditos "titulares") muitas vezes com menos saberes e experiência que os avaliados. Esses "avaliadores" reportam à inspecção (ou deveriam reportar, dado que a inspecção desapareceu misteriosamente no último documento que chegou às escolas). Embora sem regulamentação conhecida, o diploma "é para já". E já quer dizer a meio do ano, sem se terem previamente estabelecido objectivos, metas ou critérios.
Está criado o caldo da desconfiança, da competição e das invejas. A escola, centro da vida educativa, lugar de equipas docentes que asseguram aprendizagens, torna-se numa repartição da 5 de Outubro. Sabiam, por exemplo, que na avaliação de quem passou ou não a professor titular (casta de que se desconhece a origem e o destino) foram penalizados todos aqueles que deram faltas por doenças devidamente comprovadas? E por isso as escolas estão â beira de um ataque de nervos; os professores mais velhos querem reformar-se, os mais novos angustiam-se com os “maremotos” legislativos.
Quanto ao diploma relativo à organização e gestão das escolas, cujo período de debate "público" termina a 8/2/08, a situação é porventura ainda pior. Escolhe-se um director, que, por sua vez, escolhe todos os responsáveis de todos os cargos das escolas. Organizar as escolas assim para quê? Com que objectivos? Qualquer um de nós sabe que, tanto individualmente como em grupo, primeiro decidimos o que queremos fazer e só depois nos organizamos para o fazer. Ou não será assim?
A questão é séria: queremos uma escola pública com qualidade e equidade? Queremos que esse serviço seja assumido pelo Estado democrático? Ou queremos que o saber se venda e se compre como outro bem qualquer?
Eu quero uma escola pública forte, pois só assim ela pode contribuir para atenuar as desigualdades sociais e assegurar a todos, qualquer que seja o seu lugar de nascimento e o seu meio social, a apropriação do saber e do conhecimento que são património de todos nós e não apenas de alguns. As tentativas de retorno ao passado estão condenadas (OCDE dixit) e a mercantilização reforçará fortemente as desigualdades sociais.
Qualidade e equidade são duas faces da mesma moeda. Nem uma nem outra são contempladas na actual política educativa. Voltando aos cenários da OCDE, vejo, no fim deste puzzle, uma mistura de tentativa de retorno ao passado e de mercantilização de actividades educativas (que já começou, dos tempos livres ao inglês, por exemplo). É isso que realmente queremos?
Texto da autoria de: - Ana Benavente - Professora universitária
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
PUBLICADO NA AUSTRÁLIA!
Prime Minister John Howard - Australia
….”
Os muçulmanos que vivem na Austrália e que desejem viver sob a lei Islâmica, foram convidados a sair daquele País, em virtude do Governo ter apontado alguns radicais de desviar potenciais ataques de terror. Entretanto o Primeiro Ministro irritou-se com alguns desses muçulmanos, pois foi acusado de apoiar agencias de espiões, controlando as mesquitas da Nação.
A citação: “IMIGRANTES NÃO AUSTRALIANOS, DEVEM ADAPTAR-SE”. Amem a Austrália ou Deixem-na! “ Estou cansado de ver esta Nação a preocupar-se por não ofender os indivíduos ou a sua cultura! Porém desde que os terroristas atacaram em Bali, experimentamos um oscilar de patriotismo pela maioria dos Australianos. Esta cultura foi desenvolvida durante mais de dois séculos de lutas, julgamentos e vitórias por milhão e meio de homens e mulheres que procuram a liberdade. Falamos principalmente INGLÊS, não Espanhol, Libanês, Arábico, Chinês, Japonês, Russo, nem qualquer outra língua. Portanto se deseja tornar-se parte da nossa sociedade: - APRENDA A LINGUA!
A maioria dos Australianos acredita em Deus. Isto não é alguma citação de direita, empurrão político, mas apenas um facto constatado, porque Homens e Mulheres com princípios cristãos, fundaram esta Nação, como aliás está fortemente documentado.
Assim, entenda-se que é certamente apropriado afixar estas referências nas paredes das nossas escolas. Se Deus o ofende, então sugiro que considere outro lugar do Mundo como seu novo lar. “ISTO É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA e O NOSSO ESTILO DE VIDA!”. E nós apenas poderemos permitir que cada um procure a oportunidade de gozar tudo isto. Não o interrogaremos sobre isso, aceitaremos as suas crenças. Mas uma vez que Você apresente queixas, lamentos e odeie a nossa Bandeira, a nossa Promessa de Vida, as nossas crenças cristãs ou a nossa maneira de vida, eu superiormente o encorajo ao “DIREITO DE PARTIR”.
Se Você não está feliz aqui em BOA VIAGEM! Nós não o forçaremos a estar aqui. Foi Você que pediu para entrar. Então terá de aceitar o PAÍS que o aceitou!
….”
Os muçulmanos que vivem na Austrália e que desejem viver sob a lei Islâmica, foram convidados a sair daquele País, em virtude do Governo ter apontado alguns radicais de desviar potenciais ataques de terror. Entretanto o Primeiro Ministro irritou-se com alguns desses muçulmanos, pois foi acusado de apoiar agencias de espiões, controlando as mesquitas da Nação.
A citação: “IMIGRANTES NÃO AUSTRALIANOS, DEVEM ADAPTAR-SE”. Amem a Austrália ou Deixem-na! “ Estou cansado de ver esta Nação a preocupar-se por não ofender os indivíduos ou a sua cultura! Porém desde que os terroristas atacaram em Bali, experimentamos um oscilar de patriotismo pela maioria dos Australianos. Esta cultura foi desenvolvida durante mais de dois séculos de lutas, julgamentos e vitórias por milhão e meio de homens e mulheres que procuram a liberdade. Falamos principalmente INGLÊS, não Espanhol, Libanês, Arábico, Chinês, Japonês, Russo, nem qualquer outra língua. Portanto se deseja tornar-se parte da nossa sociedade: - APRENDA A LINGUA!
A maioria dos Australianos acredita em Deus. Isto não é alguma citação de direita, empurrão político, mas apenas um facto constatado, porque Homens e Mulheres com princípios cristãos, fundaram esta Nação, como aliás está fortemente documentado.
Assim, entenda-se que é certamente apropriado afixar estas referências nas paredes das nossas escolas. Se Deus o ofende, então sugiro que considere outro lugar do Mundo como seu novo lar. “ISTO É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA e O NOSSO ESTILO DE VIDA!”. E nós apenas poderemos permitir que cada um procure a oportunidade de gozar tudo isto. Não o interrogaremos sobre isso, aceitaremos as suas crenças. Mas uma vez que Você apresente queixas, lamentos e odeie a nossa Bandeira, a nossa Promessa de Vida, as nossas crenças cristãs ou a nossa maneira de vida, eu superiormente o encorajo ao “DIREITO DE PARTIR”.
Se Você não está feliz aqui em BOA VIAGEM! Nós não o forçaremos a estar aqui. Foi Você que pediu para entrar. Então terá de aceitar o PAÍS que o aceitou!
quinta-feira, janeiro 24, 2008
ATÉ O LEITE DE VACA AUMENTA!
Sim senhor! Com a falta de vacas que por aí há até o leite aumenta, para gáudio dos senhores distribuidores! Com que então já não existem vacas em numero suficiente para produzir hoje, aquilo que por instruções da EU teve de ser atirado fora? Mas afinal estamos perante a mesma situação das sardinhas e carapaus que eram atirados borda-fora, por causa das quotas na EU?
Senhores Governantes (ou desgovernantes?) por favor entendam-se de foma a que , de uma vez por todas, nos empurrem daqui para fora. Escolham ao menos um melhor sitio para vivermos, já que nesta Democracia ditaturial se torna bastante penoso. Cortaram as maternidades, cortaram as urgências, cortaram as nossas consciências, cortaram a nossa liberdade (atenção libertinagem é o que Vs estão a fazer). Dizem e logo de seguida contradizem. Mantem em poleiros os vossos galos predilectos, entregam-lhes as administrações mais chorudas quando se retirarem dos vossos poleiros, e o povinho que se dane, pois só faz falta para meter o voto na ranhura por Vs indicada.
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