sexta-feira, abril 16, 2010

PORTUGAL DOS PEQUENITOS II

Como as coisas funcionam. Já é altura de se meditar nisto e nestas coincidências estranhas! ESTRANHAS? Para quem? Só se for para quem anda distraído.
O corredor do poder
11 Março 2010 in “Visão” por Miguel Carvalho e Paulo Pena
---“ O CORREDOR DO PODER
À sombra do poder e influência de António Costa e da liderança de Sócrates, conquistaram cargos e peso no Governo, no partido, nos negócios, nas autarquias e no aparelho de Estado. A VISÃO mostra o percurso do núcleo duro da JS «fracturante» que deu dores de cabeça ao PS.
“RELANCE” FECHADA À PRESSA
Na Ordem dos Arquitectos do Porto o e-mail a anunciar o fim , foi recebido na seta-feira, dia 5. Surpresa, se houve, foi a de se descobrir a existência de uma revista que, afinal, ia fechar, sem que se tivee dado por ela. Especializada em arte, cultura e arquitectura, a RELANCE durou pouco mais de um ano, vendia entre 2 a 3 mil exemplares e acumulava, segundo o CORREIO DA MANHÃ, milhares de euros de prejuízos. Diana Barroso Soares, a mulher de Rui Pedro Soares, era a directora. Juntaram-se a Miguel Lages – que tinha o pelouro financeiro da Comissão Executiva do Taguspark – e a mais dois sócios e criaram, em Julho de 2008, a CODECITY – INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO, LD.ª, com capital de 50 mil euros. As revelações relacionadas com o caso FACE OCULTA terão precipitado a saída de circulação da RELANCE. Porém, o último número, saído este mês em papel reciclável, não parece escrito por quem pensa fechar uma revista. Nas suas páginas, inclui-se uma promoção de novos assinantes e um editorial sem qualquer adeus ou até já. Nele, a directora refere que o futuro «tem tanto de belo como de apocalíptico». A verdade é que, para Rui Pedro Soares, o amanhã, depois das escutas, parece longe de mais. ---“

INVERSÃO DE VALORES...

CARTA DE UMA MÃE PARA OUTRA MÃE (ASSUNTO VERÍDICO).
Carta enviada de uma mãe para outra mãe no Porto, após um telejornal da RTP1:
---“ De mãe para mãe...
Cara Senhora, vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.
Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência.
Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc...
Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho.
A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas para o visitar.
Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusivé aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família.
Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família.
No próximo domingo, enquanto você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores...
Ah! Já me ia esquecendo: Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso.
No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos".
Para terminar, ainda como mãe, peço por favor:
Façam circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta (falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só...
Direitos humanos só deveriam ser para "humanos direitos" ! ---“

PORTUGAL DOS PEQUENITOS I

Só no nosso País ...
Inapto por Junta Médica. Palavras para quê ? É um 'artista' português.
O PAÍS INTEIRO PRECISA DE SABER.....
Com 46 anos... Inapto por Junta Médica... Hein!... Diz-se ainda que com reforma de 35.000 € mensais...O nosso problema continua a ser a distribuição de riqueza... O problema não está nos funcionários públicos... O tempo o dirá...Afinal são 9732 milhões. As notícias que dão conta da desumanidade das juntas médicas são manifestamente exageradas. Afinal há quem não se queixe das mesmas. Ontem mesmo, em carta enviada ao “Público”, P.T.P. indica que passou “à situação de reforma em função de relatório de junta médica”.
Certamente ainda mal refeito da forma como foi corrido do BCP e da Opus Dei, este banqueiro de 46 anos foi considerado inapto para o trabalho, apesar de já ter arranjado um cargo numa consultora financeira.
P.T.P. nega ter recebido 10 milhões de euros de 'indemnização pela rescisão do contrato' com o BCP, garantindo que apenas recebeu a 'remuneração total referente ao exercício de 2007': 9.732 milhões de euros em 'compensações' e 'remunerações variáveis'. Estas juntas médicas são as mesmas que recusam reformas a Professores com Cancro...mas o Governo não sabe disto?
Façam andar até isto chegar a alguém decente... OBRIGADO

segunda-feira, abril 12, 2010

É SÓ RIR....

PORTUGAL DAQUI A 2 ANOS ????
Um menino regressa da escola cansado e faminto e, pergunta à mãe:
Mamã, que há de comer?'
Nada, meu filho.'
O menino olha para o papagaio, que têm na gaiola, e pergunta:
Mamã, porque não há papagaio com arroz?'
Porque não há arroz.'
E papagaio no forno?'
Não há gás.'
E papagaio no grelhador eléctrico?'
Não há electricidade.'
E papagaio frito?'
Não há azeite.'
E o papagaio contentíssimo gritava:
VIVA O SÓCRATES! VIVA O SÓCRATES!

sexta-feira, abril 02, 2010

IGNORAR É CUMPLICIDADE!

O DIREITO À INDIGNAÇÃO. É PRECISO QUE SE SAIBA!
"... se os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham pouco mais de metade (55%) do que se ganha na zona euro, MAS os nossos gestores recebem, em média: mais 32% do que os americanos; mais 22,5% do que os franceses; mais 55 % do que os finlandeses; mais 56,5% do que os suecos"
Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/08)
E são estes “Senhores?”, que chamam a nossa atenção porque "os portugueses gastam acima das suas possibilidades"...
Faz alguma coisa, mesmo que pequena; reenvia aos teus contactos!

CUMPLICIDADE

Mesmo neste período de Páscoa, não quero deixar de vos presentear com este artigo que li num blog cuja referencia cito no final:

CUMPLICIDADE
Uma comprida palavra em alemão (há uma comprida palavra em alemão para tudo) descreve a “guerra de mentira” que começou com os primeiros avanços da Alemanha nazista sobre seus vizinhos. A pouca resistência aos ataques e o entendimento com Hitler buscado pela diplomacia europeia mesmo quando os tanques já rolavam se explicam pelo temor comum ao comunismo.
A ameaça maior vinha do Leste, dos bolcheviques, e da subversão interna. Só o fascismo em marcha poderia enfrentá-la. Assim, muita gente boa escolheu Hitler como o mal menor. Ou, comparado a Stalin, o mau menor. Era notório o entusiasmo pelo nazismo em sectores da aristocracia inglesa, por exemplo, e dizem até que o rei Edward VIII foi obrigado a renunciar não só pelo seu amor a uma plebeia, mas pela sua simpatia à suástica.
Não tardou para Hitler desiludir seus apologistas e a guerra falsa se transformar em guerra mesmo, todos contra o fascismo. Mas, por algum tempo, os nazistas tiveram seu coro de admiradores bem-intencionados na Europa e no resto do mundo — inclusive no Brasil do Estado Novo. Mais tarde estes veriam, em retrospecto, do que exactamente tinham sido cúmplices sem saber. Na hora, aderir ao coro parecia à coisa certa.
Comunistas aqui e no resto do mundo tiveram experiência parecida: apegarem-se sem fazer perguntas ao seu ideal, que, em muitos casos, nascera da oposição ao fascismo, mesmo já sabendo que o ideal estava sendo desvirtuado pela experiência soviética, foi uma opção pela cumplicidade.
Fosse por sentimentalismo, ingenuidade ou convicção, quem continuou fiel à ortodoxia comunista foi cúmplice dos crimes do Stalinismo. A coisa certa teria sido “pular fora do coro”, inclusivé para preservar o ideal.
Se estes dois exemplos ensinam alguma coisa, é isto: antes de participar de um coro, veja quem estará do seu lado. No Brasil do Lula, é grande a tentação de entrar no coro que vaia o presidente. Ao seu lado no coro poderá estar alguém que pensa como você, que também acha que Lula ainda não fez o que precisa fazer e que há muita “mutreta” a ser explicada e muita coisa a ser vaiada. Mas olhe os outros.

Veja onde você está metido, com quem está fazendo coro, de quem está sendo cúmplice. A companhia do que há de mais preconceituoso e reaccionário no país inibe qualquer crítica ao Lula, mesmo as que ele merece. Enfim: antes de entrar num coro, olhe em volta.
Por Luis Fernando Veríssimo
Publicado in: http://contrafatoseargumentos.blogspot.com

FELIZ PÁSCOA 2010

Querida(o)s Amiga (o)s... Na impossibilidade de entregar o Ovo, envio o "coelhinho"... e um pouco de poesia... de Fernando Pessoa, no seu melhor!

A felicidade exige valentia.

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado
algumas vezes, mas, não esqueço de que minha vida
é a maior empresa do mundo, e posso evitar
que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar
de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se
um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz
de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “NÃO”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

Beijos e Abraços
Desejos de uma Páscoa Feliz!